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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Isso é progresso ou ecocídio?

via: Núcleo Audiovisual Maria Lacerda de Moura

Uma série de empreendimentos, entre eles, a construção de barragens, hidrelétricas e a mineração , tem sido responsável pela “inserção” dos países latino americanos no cenário internacional, e, no caso do Brasil, contribui para equilibrar a balança comercial. Por outro lado, agravam-se as implicações sociais e ambientais. O impacto mais obvio é a destruição e devastação da paisagem e o deslocamento forçado das pessoas. Muitas comunidade rurais, entre elas, quilombolas, ribeirinhos, indígenas e camponeses são removidos de suas terras. Além disso, a extração e o beneficiamento das áreas de mineração exigem quantidades exorbitantes de água. Aumentando assim, o conflito.

O Brasil está em terceiro lugar no mundo em conflitos ambientais tendo a mineração como uma das principais causas. O Estado brasileiro é um dos principais agentes de estimulo à extração de recursos naturais que são destinados ao mercado internacional. O governo legitima a necessidade de construções de hidrelétricas e de extração mineral, afirmando serem eles condições para investimentos sociais.

“Geração de empregos”

O problema é que quando se fala na “geração de empregos” nas barragens/hidrelétricas e da mineração, raramente se leva em consideração as pessoas que perdem seu meio de sustento , nem se menciona que a maior parte dos empregos “geridos” se limita à etapa de implementação desses megaprojetos e que são empregos temporários e precarizados.

Politica de segurança social.

Os investimentos e acumulação de capital por parte das transnacionais requer diversas garantias . Os governos tem que assegurar um ambiente social e político saudável para as coorporações; e para isso, ocorre a modificação da legislação em torno da criminalização do protesto social por conta dessa lógica.
Os movimentos sociais precisam convencer a sociedade que esses mega projetos não respondem aos direitos humanos. Não é uma luta exclusivamente de povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, camponeses e operários. É uma luta de todxs contra esse capitalismo predador. Diante de todo esse contexto de remoções,conflitos, devastação ambiental, interesses empresariais e governamental,estaremos exibindo os seguintes filmes:

− Índios Mundur
uku: Tecendo a resistência
− Enquanto o trem não passa
− Pequiá: uma luta contra gigantes


Apresentação do livro: AS TENSÕES DO LUGAR – Hidreletricas, sujeitos licenciamento ambiental.

O controvertido licenciamento de Belo Monte , no rio Xingu, que se seguiu à igualmente polêmica aprovação das barragens de Jirau e Santo Antonio, no rio Madeira, revela a recorrência de controvérsias sociotecnicas e disputas jurídicas em cortes nacionais e internacionais. Em Minas Gerais, há mais de uma centena de projetos em fase de licenciamento ambiental. Sejam grandes ou pequenas barragens, a maioria tem sido implantada em série, num mesmo rio ou bacia hidrográfica, gerando impactos acumulados ainda não analisados. Tais obras colidem diretamente com os modos de vida reibeirinhos e ecossistemas ameaçados na Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.







Salvem SOUKIES – Exposição fotográfica e exibição de vídeos referentes a criação de uma das maiores minas de ouro e cobre a serem instaladas em um local de floresta nativa e de muitas nascentes em Halkidike, Grécia. Prevendo um impacto ambiental e social sem precedentes na região, milhares de manifestante marcham até a região da mineração e são volentamente reprimidxs pelas forças de ordem do governo grego.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Serras da Desordem, Andrea Tonacci (Brasil, 2006)

para o Bernardo em Jampa


No interior do Maranhão, no final da década de 70, uma tribo indígena é incendiada por um grupo de fazendeiros que se viram ameaçados pela sua presença. Os índios são dizimados restando apenas Carapirú, que estava distante no momento. Sem ter para onde ir, o homem caminha sem rumo durante anos. No caminho, encontra uma série de pessoas com quem trava uma amizade mesmo com o bloqueio do idioma, já que ele não fala o português. Depois de dez anos de caminhada, Carapirú é encontrado a 2000km de distância de sua tribo, pela FUNAI.

Levado para Brasília, o índio se torna uma celebridade, chamando atenção inclusive dos próprios membros do órgão, já que ele fala um dialeto desconhecido por estes, sendo impossível qualquer comunicação. Quando um funcionário também índio é contratado para tentar desvendar qual o dialeto de Carapirú, traduzindo o que ele diz, eles descobrem que na verdade são pai e filho. Com a comunicação estabelecida, o índio tenta retomar sua vida, mas encontra diversas dificuldades por não acompanhar as mudanças do mundo.

Serras da Desordem é um misto de ficção e documentário, dirigido pelo italiano radicado no Brasil, Andrea Tonacci. Todos os personagens do filme são interpretados pelos próprios em uma reconstituição do que foi a vida de Carapirú. O diretor ainda acrescenta entrevistas com alguns dos personagens. Apesar de estrear apenas em 2008, o filme foi considerado por críticos do prêmio Jairo Ferreira como o melhor filme brasileiro de 2006.



 Curtino o filme confira a CONVERSA COM O DIRETOR ANDREA TONACCI & O ANTROPÓLOGO EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO SOBRE O FILME "SERRAS DA DESORDEM":

Artigos relacionados: 











 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Desconstruindo a Beleza americana: discursos sobre família no cinema

Artigo "Desconstruindo a Beleza americana: discursos sobre família no cinema", publicado no Volume 8, edição 15, jun./dez. de 2014, da Domínios da Imagem, revista do Laboratório de Estudos dos Domínios da Imagem (LEDI) da Universidade Estadual de Londrina (UEL)




Autora: Paloma Coelho

RESUMO:


A partir da análise de Beleza Americana, este artigo problematiza a construção de discursos e imaginários sociais sobre um tema bastante explorado pelo cinema – a família. Muitas são as referências socialmente compartilhadas do que possa ser o seu significado, o que aponta para a instituição de modelos que sugerem a existência de uma “família ideal”. Essa idealização gera parâmetros de “normalidade” e “anormalidade” que dificultam a legitimação e o reconhecimento de arranjos familiares divergentes, colocando-os em uma situação de marginalidade e desvio de conduta. A análise dessa película centra-se na elaboração de significados em torno das configurações familiares, a partir da forma como a narrativa constrói suas imagens do que seria o sentido de “família” em contraponto ao que é sugerido como “não família”.


Artigo Completo:

http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/dominiosdaimagem/article/view/20634/15652







O artigo é resultado da dissertação “Olhe bem de perto: a construção dos discursos sobre a família nos filmes hollywoodianos contemporâneos”, defendida em fevereiro de 2012, no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC Minas, com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.


Link para a dissertação:

http://www.sistemas.pucminas.br/BDP/SilverStream/Pages/pg_ConsItem.html

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Reflexões sobre raça, gênero e sexualidade a partir da trajetória de Grande Otelo

O número 17 da Revista Geni traz, na sessão Acadêmicxs, o artigo "O que a interpretação de Grande Otelo tem a dizer sobre raça, gênero e sexualidade?", de Luis Felipe Kojima Hirano. 

O texto discute as interseções entre raça, gênero e sexualidade no cinema brasileiro a partir da trajetória de Grande Otelo, analisando as características, rupturas, permanências e contradições presentes nas diferentes fases de sua carreira como ator. 

Link para o artigo: http://revistageni.org/11/cinema-e-estereotipos/

Ilustração: Larice Barbosa

O artigo é baseado em sua tese de doutorado, intitulada "Uma interpretação do cinema brasileiro através de Grande Otelo: raça, corpo e gênero em sua performance cinematográfica (1917-1993)", defendida em 2013, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Sobre a tese:

Pretende analisar a trajetória de mais de 70 anos de Sebastião Bernardes de Souza Prata, Grande Otelo (1917-1993). Por um ângulo, ela contribui para pensar diferentes momentos do cinema brasileiro, tendo em vista que o ator foi parte integrante do imaginário cinematográfico nacional dos anos 1930 aos 1990, em filmes da Cinédia e Sonofilmes, em Its all true projeto inacabado de Orson Welles no Brasil , em produções do realismo carioca, nas chanchadas da Atlântida, no Cinema Novo e no Cinema Marginal. Por outro ângulo, observar essa trajetória permite refletir sobre o modo como as relações raciais, suas intersecções com a questão de gênero e o próprio corpo dos artistas, negros ou brancos, são reinterpretados conforme a lógica do campo cinematográfico. O fio condutor da análise é uma equação complexa entre linhas de força que extrapolam esta lógica e mecanismos próprios ao cinema, usados para hierarquizar, diferenciar e desigualar intérpretes e escolas. Para empreendê-la, lança-se mão de conceitos, como estrutura de sentimentos da branquitude, estereótipos raciais e persona, e do exame interno dos filmes o que abre caminho para desvelar discursos cinematográficos racistas e estratégias antirracistas. O itinerário de Grande Otelo, assim, possibilita examinar o forte diálogo entre o imaginário racial hollywoodiano e sua tradução por empresas nacionais entre os anos 1930 e 1950, bem como representações alternativas do negro em Its all true, no realismo carioca e em Rio, Zona Norte, de Nelson Pereira dos Santos. Por contraste, o desaparecimento do ator nos primeiros filmes do Cinema Novo ilumina as perspectivas de Glauber Rocha e Carlos Diegues sobre o negro. Ambos os diretores elegem intérpretes com predicados corporais, fisionomias e performances de masculinidades diferentes de Grande Otelo, como Antonio Pitanga. O retorno de Otelo em Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade, propicia discutir um momento reflexivo do cinema brasileiro, quando os impasses do Brasil se explicitam na reformulação de antigas figuras como o malandro e na interlocução renovada com o movimento negro, entre outros. Por fim, discute-se o aprofundamento de um diálogo interno nos filmes de Rogério Sganzerla e Júlio Bressane, que escalam Grande Otelo como testemunha histórica do cinema brasileiro. Logo, o ator prolífico viabiliza a reflexão, tanto sobre as relações raciais, em suas intersecções com a temática de gênero e corpo, quanto sobre o cinema no Brasil.

Link para a tese: 
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-14112013-122614/pt-br.php

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Festival Mundial das Resistências e das Rebeldias contra o Capitalismo no México

Vem abrindo a porta, o Festival Mundial das Resistências e das Rebeldias contra o Capitalismo...



Grande Festival Cultural confiram:

http://goo.gl/aqbqha


#‎FestivalRyR‬
‪#‎XochicuautlaEsSemilla‬

FESTIVAL DE LAS RESISTENCIAS Y LAS REBELDÍAS DONDE LOS DE ARRIBA DESTRUYEN LOS DE ABAJO FLORECEMOS


Dentro do Festival Mundial das Resistências e das Rebeldias contra o capitalismo, na sede da Cidade de México se realizará o Grande Festival Cultural no lienzo charro de Iztapalapa.
Na carpa do outro cine “Comandanta Esther: mirando otras miradas” se proyectarán documentales y animaciones nacionais e internacionais, com a participación de algunxs dos relizadorxs, lhes convidamos!!!

MIÉRCOLES 24 --- 10am a 7pm
· “Flor en Otomí” (documental) 77min. Directora: Luisa Riley
· “Nadie sabe para quien estudia” (documental) 5min. Realizador: Sebastián Labaronne
· “Cheran, tierra para soñar” (documental) 40min. Realizador: Sebastián Labaronne
· “Etnocidio, notas sobre el Mezquital” (documental) 127min. Director: Paul Leduc
· “Ayo´on Xaamkejxp” (documental) 24min. Realizadores: Estela González y Damián D. Martínez
· “Baimelaan, los niños danzantes” (documental) 72min. Director: Julios Recinos
· “Mujeres del bosque” (documental) 26.46min Directores: Noelia Cañedo Lozada y David Mendoza Hernández
· “El Agua Sagrada” (documental) 30mins. Producido por Mesa Técnico-Ambiental y Mesa de Comunicación del Frente en Defensa de Wirikuta, en colaboración con Los Tejemedios.
· “Cuento de amacumastacua” (animación con dibujos) 4.23min. Festival Internacional del cine del campo.
· “Cuento Contoy” (animación con dibujos) 9:07min. Festival Internacional del cine del campo.
· “Retrospectiva” (documental) 20min. Producido por Arte Acción Teatro en Movimiento
· “Yaqui: bitácora de un vocero” (documental) 15min. Tomás Rojo, vocero de las autoridades tradicionales de la Nación Yaqui.

JUEVES 25 --- 12 a 9pm
· “Café rebeldía” (documental) 75min. Campaña café México y campaña café El Salvador
· “Escribiendo sobre el telar” (documental) 13min. Realizadora: Mariana Rivera
· “Telares sonoros” (documental) 3.12min. Realizadora: Mariana Rivera
· “Zócalo, una historia sobre la imposición” 14min. Realizador: Sebastián Labaronne
· “Ojlajuj baktun, un amanecer maya” 9min. Realizador: Sebastián Labaronne
· “Huicholes, los últimos Guardianes del Peyote” (documental) 2.30min. Productor: Hernán Vilchez, Kabopro Films, Productor Asociado: Paola Stefani. Con la participación Consejo Regional Wixárika y un miembro del Frente en Defensa de Wirikuta 2013
· “Corto por Ayotzinapa” (documental) Realizador: Chanti Ollin
· “Tepeyollotl: corazón del cerro” (documental) 30min. Historia de Don Antonio tiempero de Santiago Xalitzintla Analco y su trabajo con los volcanes sagrados Popocatepetl e Iztacihuatl.
· “Black Moon” (documental) 50min. Director: Thomas John, Floriano E. Hernández (Ronyk)
· "Gente de Mar y Viento" (documental) 26min. Directora: Ingrid Fabián
· "Nostalgia" (documental) 24min. Director: Teódulo Fernández
· “Temulemu y su recuperación de tierras” (documental) 55min. Dirección general Cote Correa /Carolina Trejo Nombre del trabajo periodístico: Chile Se Moviliza Capítulo “Temulemu”
· “La ruta del teatrino en una comunidad autónoma tsotsil”(documental) 8:12min. Realizadora: Carla Astorga
· “La marcha del silencio” (documental) 2:53min Realizadora: Carla Astorga
· “Trailer power to the network” (documental) 4:44min. Realizadora: Carla Astorga
· “The inequality of Chile`s economic dream – La desigualdad del sueño económico chileno” (documental) 9:21min. Realizadora: Carla Astorga
· "El Hombre de maíz" (documental) 23:28min. Realizador: Irving Mondragón

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

IV Coloquio Internacional TRANSIT




IV Coloquio Internacional TRANSIT
Lo transnacional en la fotografía y el cine latinoamericanos
(1900-2015)
22 y 23 de abril, 2015
Universidad Nacional Autónoma de México



CONVOCATORIA


El Centro de Investigaciones sobre América Latina y el Caribe, en co-organización con el Proyecto
TRANSIT, y con el apoyo de la Coordinación de Humanidades y el VII Programa Marco de la Unión
Europea, invitan al IV Coloquio Internacional TRANSIT. 

Según Steven Vertovec (2009), lo transnacional se distingue de lo internacional porque no se refiere a relaciones entre Estados-Nación, sino a intercambios de actores no estatales, situados en, o a lo largo de, fronteras nacionales, “negociantes, organizaciones no gubernamentales, e individuos compartiendo los mismos intereses (en cuanto a criterios tales como creencias religiosas, u orígenes culturales y geográficos comunes)” (Vertovec, 2009:3). A partir de ello, podemos afirmar que el fenómeno de la globalización se manifiesta a través de una numerosa cantidad de procesos latinoamericanos que pueden ser estudiados y analizados mediante el uso del paradigma teórico del transnacionalismo. Este concepto “describe la condición en la cual, pese a las grandes distancias y a la presencia de fronteras internacionales (y todas las leyes, regulaciones y narrativas nacionales que ellas representan), ciertos tipos de relación han sido intensificados y ahora toman lugar paradójicamente en un planeta en extension (planet-spanning), incluso común como arena de actividad” (Vertovec, 2009:3). A la variedad de estudios que se basan en el término, lo cual se ejemplifica con claridad mediante el trabajo realizado en los encuentros anteriores, se suma esta nueva edición del Coloquio TRANSIT, que en particular atenderá la expresión de lo transnacional a través de la representación visual.

Desde sus inicios, la fotografía y el cine han sido poderosos instrumentos para la expresión de identidades nacionales. Sin embargo, de manera paralela se ha experimentado una intensa circulación de artistas, directores, discursos imaginarios, tecnologías, y obviamente una gran cantidad de creaciones donde abundan los discursos visuales que traspasan fronteras y viajan largas distancias. Esta dimensión 'transnacional' de las imágenes fotográficas y cinematográficas siempre ha sido reconocida, pero en los últimos años se observa un interés llamativo por describirla y calibrarla. Sin ninguna duda, el trasfondo de esta evolución lo constituye la interacción intensificada entre las naciones y culturas, designada con el término de 'globalización', y manifestándose tanto en la importancia que reviste el internet en nuestras vidas actuales, como en la movilidad acentuada bajo la forma de migraciones y turismo, así como por el evidente interés por la cultura. Desde los estudios sobre el cine se ha llamado la atención sobre el número incrementado de coproducciones internacionales en las últimas décadas, y la emergencia de nuevas vías de financiamiento exploradas por artistas latinoamericanos (Ibermedia, Fonds Sud, Hubert Bals...) vinculados a un circuito de festivales, con instancias de consagración propias (Russo, 2008, Villazana, 2009). Otro tema de interés es cómo estos aspectos 'materiales' afectan a la estética de las obras, y el lugar que ocupan en su discurso las identidades colectivas. Así, se ha alegado la aparición de nuevos discursos comunitarios, tanto supranacionales (postulando, por ejemplo, un nuevo 'hispanismo', 'latinoamericanismo' o 'cosmopolitismo'), como infranacionales (centrándose en identidades más locales, vinculadas a la provincia, la región, el pueblo, o incluso el barrio) (Holmes, 2012). Otra hipótesis es que la globalización acelerada requiere un nuevo asentamiento del prisma nacional como óptica analítica para el estudio de las imágenes del continente (Dennison, 2013). La emergencia de la noción de 'mundo descentrado' ha suscitado preguntas acerca de la dimensión política de la transnacionalidad (Ďurovičová & Newman, 2010): si los 'centros' ya son múltiples y más difíciles de identificar que antes, ¿cómo calibrar entonces la relación de fuerzas que no obstante sigue determinando gran parte de la producción cultural en estos tiempos? ¿Se observa realmente un cambio con respecto a épocas anteriores? ¿En qué residiría?

Así, el IV Coloquio Internacional TRANSIT tendrá como objetivo reflexionar sobre la dimensión transnacional del discurso visual en América Latina (fotografía, cine, u otro tipo de imágenes). De acuerdo a las líneas de investigación de la instancia organizadora, se dedicará especial interés a América Latina y el Caribe, así como también se acogerán contribuciones teóricas sobre la problemática de la transnacionalidad.

TEMAS POSIBLES:

- el estatuto de la nación en el discurso visual transnacional
- la relación entre la imagen y el poder desde una perspectiva transnacional
- nuevos discursos comunitarios (nuevos hispanismos y latinoamericanismos, alianzas
transatlánticas, regionales....)
- coproducciones internacionales y el circuito de festivales
- la representación visual a través de experiencias migratorias y turísticas
- circulación de tecnologías (visuales, acústicas...) y artistas
- construcción de imaginarios (trans-)nacionales en América Latina y el Caribe
- el impacto del internet en el cine y la fotografía actual
- la dimensión política de la transnacionalidad (e.o. violencia, fronteras,...)
Los organizadores considerarán la posibilidad de dar cabida a otras propuestas temáticas.



CONDICIONES PARA LA PRESENTACIÓN DE PROPUESTAS:

Las propuestas se enviarán al Dr. Enrique Camacho Navarro (Universidad Nacional Autónoma de México; email: camnav@unam.mx ) y a la Dra Elvira Antón-Carrillo (University of Roehampton, Londres; email: e.anton@roehampton.ac.uk), hasta el 15 de diciembre de 2014, inclusive, con apego a las siguientes normas: entre 250 y 400 palabras, Times New Roman, tamaño 12, interlineado 1.5, indicando la titulación académica del autor, el nombre del mismo, su pertenencia institucional, correo electrónico y título del trabajo. No se recibirán resúmenes con más de dos autores, ni se presentarán trabajos de ponentes que no asistan al Coloquio. La lengua de comunicación es el español.

Los organizadores acusarán de recibido de las ponencias, y comunicarán su aceptación alrededor del 16 de enero de 2015. 

Las ponencias contarán con un tiempo límite de 20 minutos. Se proyecta la publicación de un conjunto de textos seleccionados que, luego de ser revisados y ampliados, se someterán a dictamen.

Los organizadores recuerdan que no pueden subvencionar visitas fuera de las ya acordadas dentro del
proyecto.

Información sobre TRANSIT: http.projecttransit.eu

PRÊMIO PRIMEIRO OLHAR


Secção competitiva dos ENCONTROS DE CINEMA DE VIANA  com o objetivo de promover o documentarismo e premiar o melhor documentário realizado por alunos de escolas de cinema, de audiovisuais ou comunicação, e por participantes em cursos de documentarismo promovidos por outras entidades de Portugal, da Galiza, do Brasil e dos outros países de língua portuguesa.

PRÉMIOS  A ATRIBUIR:
•  Prémio PrimeirOlhar no valor de 1.000 (mil) euros;
• Prémio PrimeirOlhar/Cineclubes no valor de 1.000 (mil) euros (atribuído pela Federação Portuguesa de Cineclubes e Federación de Cineclubes de Galicia).

Inscrições até 14 de março de 2015

INFORMAÇÕES, REGULAMENTO E INSCRIÇÃO NO SITE: 

http://us5.campaign-archive2.com/?u=d63b1d9b3244ff9214d1f5e27&id=b344b5cc29&e=527a0afda6


domingo, 30 de novembro de 2014

Convocatória para o 1º Festival de Cine Antiautoritário da Região Chilena, 2015


C o m u n i c a d o:

No ímpeto e a motivação de propagar a ideia é que se abre um novo espaço, quiçá é um espaço cultural diferente, mas o propósito não muda: buscamos a liberação do imaginário, da mente, da ação e assim, do ser.
Existindo o monopólio da imagem (em seu uso como entretenimento e doutrinamento, a do cine consumista) que joga um papel importante na manutenção da estrutura de poder, é que apresentamos este pequeno projeto, tímido, mas com grandes aspirações.
Como os livros, fanzine e a música que circula dentro de nosso espaço, a imagem, o vídeo, a película são elementos que buscam gerar instrução e conhecimento, mas também a eliminação de qualquer paradigma imposto pelo poder junto a apropriação do mesmo meio, com tal de que quem veja/produza este tipo de material se aproprie de si.
A convocatória está aberta à participação de realizadores, cineastas, videastas, audiovisualistas, artistas visuais, terroristas audiovisuais, organizações culturais, coletivos, e a todos que queiram participar, sejam estes da região Chilena ou do estrangeiro.
Os “requisitos”, para participar são:
• Criar uma obra que represente o espírito Antiautoritário e/ou também que questione os valores do atual sistema que nos domina.
• Com formato livre seja este o que se queira, DVD, HI 8, 35 mm, Beta, 16 mm, Mini DV, VHS, VCD, CD, HD ou outro formato.
• A duração será a que o participante estime conveniente.
• Neste Festival não se cobra pela inscrição.
• Os filmes inscritos deverão haver sido produzidos em qualquer ano.
• Devem enviar uma Sinopse e sua obra ao correio: feciantiautoritario@gmail.com.
Quando recebermos seus trabalhos lhes reenviaremos o e-mail, confirmando a chegada de seus trabalhos.

A Convocatória estará encerrada no dia 15 de fevereiro de 2015.
Festival de Cine Antiautoritário da Região Chilena
fecian.blogspot.com.br

Notícia relacionada:
http://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2014/09/09/video-do-evento-lutar-nao-e-crime-previa-do-iii-festival-do-filme-anarquista-e-punk-de-sao-paulo-2014/

no sonho
da velha cerejeira em flor
passa um gato branco
Philippe Caquant

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

III Festival do Filme Punk e Anarquista

Brutal a programação do Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo. Coisa linda!



PROGRAMAÇÃO RESUMIDA | para ver as sinopses dos filmes acesse as páginas FILMES, ATIVIDADES e EXPOSIÇÕES

* * *

SEXTA, 05 DE DEZEMBRO
A partir das 19hs | ABERTURA * Sarau “Sangue, Suor e Poesia Libertária”
* Lançamento do livro EU-LÉSBIKA, por Formiga
*
Apresentação da banda Z13

* Abertura das exposições

* * *
SÁBADO, 06 DE DEZEMBRO
A partir das 14:00 | Oficina de fotografia com Carol Doro | inscreva-se! festival@anarcopunk.org
*
SALA 1
14:00 | Sessão “Experimentações” (“Made in Brasilia” e “Filme Situacionista”)

15:00 | Estréia |  “Grafite”, seguido de conversa sobre Cinema e Anarquia, com GECA (Grupo de Estudos Cinema e Anarquia, Biblioteca Terra Livre)

16:30 | Squat Wars + Nodo50
17:30 | Estréia | An Anarchist Life
19:15 | Democracídio
20:45| Estréia | Casa da Lagartixa Preta
*
SALA 2
14:25 | Sessão “Curtas de Ficção”
 (“Dialogando a gente se entende, ou não”, “O Natal de Tonho”, “Finishes” e “Le Futur”)

15:30 | Linha de Ação + Ideas del Cine Insurgente

16:40 | Estréia | Sessão “Anarquismo na América Latina I” (“Anarquistas em Tucuman” e “Andes Libertários, O Anarquismo no Peru”)

18:15 | Sessão “Filmes da Guerra Civil Espanhola” (“O Tributo das Massas a Buenaventura Durruti”, “Madri, tumba do fascismo”, e “Solidariedade do povo às vítimas do fascismo”)

19:00 | Sessão “Bakunin, 200 anos” (“200 Anos do Nascimento de Mikhail Bakunin”, e estréia de “O Interrogatório de Bakunin”), seguido de bate-papo com Sérgio Norte.


* * *
DOMINGO, 07 DE DEZEMBRO
*
SALA 1
14:00 | Guerrilha Gerador

15:20 | Estréia | Latido das Ruas
16:45 | Sessão “Anarquismo na América Latina II” (“Alter Nativa – II Feira Anarquista de São Paulo” e “Ácratas”)

18:35 | Sessão “Manifestações”, seguido de conversa sobre Mídias Anarquistas & Manifestações, com Autogestao.org (RJ), e Rádio da Juventude (a confirmar) | Filmes: “Casagrande e as ruas do medo”, “2014″, “Documentos Urbanos”, “Copa pra que(m)?” e “A esta realidad tan charcha”.

*
SALA 2
14:30 | Malungo, seguido de conversa sobre Midiativismo com Kleber Luis (Projeto Malungo)

16:15 | Viva Viva
18:10 | Sessão “Modificações Corporais” ( “Latinos à Flor da Pele” e “Akratas”)

+ Infos:
http://anarcopunk.org/festival/?page_id=187

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Forumdoc.bh 2014


Vem aí o Forumdoc.bh 2014 - 18º Festival do Filme Documentário e Etnográfico / Fórum de Antropologia e Cinema, de 20 a 30 de novembro, em Belo Horizonte.


Em sua décima oitava edição, as seguintes mostras comporão a programação do forumdoc.bh.2014:

Mostra retrospectiva Avi Mograbi

Mograbi integra a geração de documentaristas dos anos 1990 e 2010 aos dias atuais que renovaram a linguagem documental, incluindo novas possibilidades expressivas como a autobiografia e uso de material de arquivo. O realizador se notabilizou com “Como aprendi a superar o meu medo e amar Ariel Sharon”, (1997) filme exibido e premiado no Festival de Cinema de Cannes, uma referência em “como filmar o inimigo”. Avi Mograbi estará presente no forumdoc.bh.2014 comentando seus filmes e oferecendo uma oficina/curso realizada com o apoio do Itamaraty, entre os dias 24 e 28 de novembro.

Curso com Avi Mograbi: "Que diabos estou fazendo nesta imagem?"

De 24 a 28 de Novembro de 2014 | de 14h às 16h45
Cine Humberto Mauro | Palácio das Artes
Belo Horizonte | MG
Inscrições até 18 de Novembro

Mostra / seminário Cinema e Escola

Tal mostra exibirá trabalhos de autores referenciais tais como: Fredrick Wiseman, Nicholas Philibert, Jean Rouch, David MacDougall, Jean Vigo, Ana Carolina, entre outros filmes que tematizam a escola e as instituições escolares e se debruçará sobre experiências e iniciativas de aproximação entre as experiências de realização audiovisual e demais processos formativos, a exemplo do projeto: Inventar com a diferença – cinema e direitos humanos :http://www.inventarcomadiferenca.org/

Mostras Competitivas

Apresentando uma seleção da produção de filmes documentários nacionais e internacionais contemporâneos – finalizados a partir de 2013 – pré-inscritos e selecionados.

Fórum de debates

O fórum de debates contará com a presença de realizadores, pesquisadores, professores para ampliar a reflexão sobre os filmes e produzir novos conhecimentos em intercâmbio com os espectadores.
Além disso, o Forumdoc.bh realiza nessa edição uma ação colaborativa para ajudar a exibir o filme CAVALO DINHEIRO, de Pedro Costa.
Para quem quiser e puder colaborar, seguem os números de nossa conta no Banco do Brasil:
Conta: 22218-6
Agência: 1584-9
E-mail: filmes@filmesdequintal.org.br
Aqueles que contribuírem ganharão um pacote com cinco catálogos do festival, de 2010 a 2014!
O filme será exibido no Cine Humberto Mauro, 21 de nov, às 21h.
Avenida Afonso Pena, 1.537 – Centro
Tel: +55 (31) 3236-7400
CAMPUS da UFMG
Exibição no Auditório Luiz Pompeu da Escola de Educação (FAE) e no Auditório Sônia Viegas da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH).
Avenida Antônio Carlos, 6627 – Pampulha
Telefone: +55 (31) 3409-5000
Cine 104
Centoequatro
Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro
Mais informações sobre o festival no site: http://www.forumdoc.org.br

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Curso gratuito: o olhar social através do audiovisual.

em São Gonçalo/RJ

Estão abertas as inscrições para o Projeto Perspectiva: o olhar social através do audiovisual.

O projeto consiste em 4 cursos livres em audiovisual, com o objetivo de discutir a realidade social e comunitária de São Gonçalo, além da formação de público de audiovisual. No mês de setembro e outubro tivemos a produção de roteiros significantes que discutiram a realidade social de São Gonçalo entre outros temas.

Os próximos módulos do curso são:

3. Curso Livre de Produção Audiovisual (Outubro-Novembro)

4. Curso Livre de Introdução ao Documentário (Novembro-Dezembro)

Módulo 3: Curso Livre de Produção Audiovisual
 
Início: Imediato (3as e 5as feiras)
Horário: 18h às 21h
Local: Sesc São Gonçalo – Sala de Audiovisual
Inscrições e informações: 2712-2342, 2712-2783 ou por e-mail: katianesilva@sescrio.org.br / natháliapletz@gmail.com

CURSO GRATUITO

sábado, 18 de outubro de 2014

Livro: Arquivos da Derrota: O Cinema Pós-Ditatorial no Brasil e na Argentina, de Maria Luiza Rodrigues Souza


Na 29a Reunião Brasileira de Antropologia (Agosto de 2014, em Natal/RN), foi lançado o livro Arquivos da Derrota: O Cinema Pós-Ditatorial no Brasil e na Argentina, de Maria Luiza Rodrigues Souza, professora da Universidade Federal de Goiás. O mesmo encontra-se disponível para download nos formatos PDF, EPUBI e MOBI no Portal ABA: http://www.portal.abant.org.br/index.php/bibliotecas/livros 



Arquivos da Derrota: O cinema pós-ditatorial no Brasil e na Argentina

Maria Luiza Rodrigues Souza
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